sexta-feira, 31 de julho de 2009

Suíça e Alemanha

SUIÇA

Travessia a meio, com paragem em Zurique. Lembrei-me logo dos suíços que conhecera em Portugal e que se diziam aliviados por poderem praticar cá ‘pequenos delitos’ lá proibidos, como deitar papéis para o chão num café, tantas restrições havia… País tão tão organizado, tão alinhado que até as ervas dos montes parecem aparadas. Foi a ideia com que fiquei.
Zurique


ALEMANHA

Partimos de Portugal atravessando a Espanha, sul de França, norte de Itália, Suíça e entrando pelo sul em direcção a Stuttgart. Depois seguimos para Frankfurt e Bremen. Costumava encontrar-me no Verão com umas amigas alemãs que iam e vinham à boleia. Decidi ir com elas à Alemanha. Depois visitei o país de bicicleta e de carro, partindo da Holanda. E de comboio em 2005 quando fiz o interrail. Visitei uma amiga que vivia em Würzburg e conheci a Jenny, canadiana, num hostel em Berlim com quem palmilhei a cidade a pé.
Stuttgart, Dusseldorf, Bremen

Vale do Reno

Frankfurt

Würzburg

Heidelberg

 Bamberg

Berlim
 Checkpoint Charlie
Ruínas, o muro

Muro de Berlim

Esplanada em Eastside

Galeria de arte

Curiosidade: Quando apanhamos o comboio na Alemanha para a Dinamarca (ou vice-versa), em Rostock ele entra dentro do ferry. Ou seja, podemos sair do comboio e passear pelo barco durante a travessia.

Rostock, train ferry




Benelux

Benelux foi uma das primeiras organizações económicas da Europa, que gerou o embrião do que seria mais tarde a União Europeia. Começou como a área de livre comércio entre Bélgica, Países Baixos (Nederland) e Luxemburgo.

Visitei primeiro a Bélgica e regressei lá algumas vezes. Na última dessas vezes comprei um bilhete de comboio para visitar o Benelux.

BÉLGICA

Bolsa de estudos, curso de verão, em Gent. Tudo pago, portanto, incluindo as viagens de avião. A primeira vez que me deparo com um país em que se falam 2 línguas, por sinal completamente distintas, e em cuja capital elas têm que ser rigorosamente respeitadas, seja nos nomes das ruas, seja nos supermercados. Os pacotes de leite, por exemplo, deviam exibir o mesmo número de rótulos em francês e em flamengo, não vá isso ferir susceptibilidades… E então as novelas brasileiras com aquelas legendas todas, um mimo!
Gent
Bares com 100, 200 e 300 variedades de cerveja e diversos tipos de música ambiente à escolha! Bolas! Ad fundum! Visitas a Bruges, Antuérpia, Bruxelas. Aulas, seminários, museus, entretenimento. Fizeram-se amizades. Um casal belga aprendia a língua portuguesa (que coisa tão estranha!). Natal com ostras e café forte à portuguesa… que nessa altura ainda o expresso lá era mais tipo ‘banheira’ (fraco, em chávena enorme). E já lá vão uns bons anos! O neerlandês foi-se…

Bruxelas

O Atomium foi construído em 1958. Com 103 metros de altura, representa um átomo de ferro, ampliado 165 000 milhões de vezes, com tubos que ligam as 9 partes formando 8 vértices. As esferas de ferro com cerca de 18 metros de diâmetro, estão ligadas por tubos com escadas no seu interior com um comprimento de cerca de 35 metros. As janelas instaladas na esfera do topo oferecem aos visitantes uma vista panorâmica da cidade. Outras esferas têm exposições.

Antuérpia

Antuérpia é a segunda maior cidade da Bélgica e a maior da região de Flandres. É conhecida como centro mundial de lapidação de diamantes e pelo seu porto, um dos maiores do mundo, localizado nas margens do rio Escalda. No decorrer do século XV, o seu porto adquiriu grande relevância no comércio internacional, com a pioneira fundação de primitiva "bolsa" na cidade, razão pela qual, no início do século XVI e após a chegada à Índia, os portugueses para aí transferiram a feitoria que na Idade Média mantinham em Bruges. Este facto revelou-se da maior importância para a cidade.

Bruges
)
Leuven, Knokke

Pintores flamengos: Bruegel, Van Eyck, Rubens


LUXEMBURGO

Luxemburgo é uma democracia representativa parlamentar com um monarca constitucional, é governado por um Grão-Duque. O país tem uma economia altamente desenvolvida, com o maior Produto Interno Bruto per capita no mundo.

À chegada à capital de igual nome, pedia eu informações em francês sobre um hotel económico onde poderíamos ficar. Sem resposta, a senhora olhava-me com olhos arregalados, até que por fim lhe saiu “São portugueses?”. Sim… Ficámos lá em casa, visitou-nos depois em Portugal.


HOLANDA

Amsterdam 

Centro da cidade e montra típica (há outras, de outro género...)

Nymegen, Maastricht

O Dik era um aventureiro, veio parar a uma pequena vila em Portugal onde o conhecemos. Também já se tinha aventurado pela Rússia no tempo da cortina de ferro e teve sorte… Era convidado para casamentos na Turquia e quando se casou foi viver para Arruba. Um dia visitou-me com uma amiga do Suriname. Antes disso visitámo-lo em Nymegen. Que excelente anfitrião, o quanto conhecemos com ele! Tanto na Holanda como na Alemanha. E não faltaram os passeios de bicicleta (de 40 km…) através dos campos de tulipas.
Utrecht, Haia, Rotterdam

Ferry para a ilha de Texel, Texel